Quando uma mudança não se resume a uma peça e é necessário repensar a divisão. Desde o desenho à instalação, com atenção a todos os detalhes.

Há projetos que não se resolvem com um móvel novo.
Há projetos que não se resolvem com um móvel novo. A divisão está mal distribuída, a arrumação está no sítio errado, a passagem entre espaços não funciona. Nesses casos, começamos pelo espaço e não pela peça.
Fazemo-lo a partir daquilo que sabemos fazer melhor: a marcenaria. É a madeira que resolve a arrumação, define os limites entre zonas, esconde o que tem de desaparecer e dá unidade a divisões que antes não conversavam.
O acompanhamento vai do desenho à instalação, com a mesma equipa a decidir e a executar. É o que evita que a solução desenhada se perca entre quem projeta e quem monta.
São estas escolhas — e não o acabamento final — que determinam como a peça se vai comportar todos os dias.
Antes de desenhar, decide-se o que fica, o que sai e o que muda de lugar. É a decisão com mais impacto e a mais barata de tomar cedo.
Uma ilha, um painel ou um móvel baixo podem separar zonas sem levantar paredes — e mantêm a luz a atravessar o espaço.
A mesma madeira, o mesmo modo de abrir e o mesmo desenho de frente em todas as divisões é o que faz a casa ler-se como um projeto.
A marcenaria depende de paredes, instalações e pavimentos prontos. A ordem dos trabalhos define-se antes de começar.